Psiquiatria

Saúde mental e psiquiatria

A psiquiatria tem como objetivo final a saúde mental plena. Portanto, todo o tratamento deve ser uma combinação multidimensional de fatores visando a cura.

De maneira geral as pessoas têm medo do sofrimento e desejam pôr fim rapidamente a qualquer desconforto criado por emoções e sentimentos. No entanto, a psiquiatria deve ir além da ação basicamente intervencionista de suprimir, de forma indiscriminada, os sintomas presentes nos estados não-comuns de consciência, interferindo nas atividades espontâneas de cura do organismo. Hoje já é considero que a maioria das doenças mentais têm sua origem em vivências internas (gestação, parto ou experiências subjetivas).

 

Por isso, o tratamento precisa ter como objetivo final a saúde mental, consequente de uma complexa interação multidimensional de fatores biológicos, psicológicos, sociais ou filosóficos e espirituais.

Para a solução dos sintomas apresentados, é preciso entender que eles são reflexo da tentativa do Eu para superar os estágios iniciais do desenvolvimento e integrá-los num nível superior de consciência. Esta nova abordagem sugere a limitação do uso de medicamentos psicotrópicos, propondo tratamentos individualizados que integrem e desenvolvam plenamente a identidade, possibilitando a ampliação dos horizontes de cada pessoa.


Para que a cura seja possível, é necessário expurgar toda dor e todo sofrimento, seja ele objetivo ou subjetivo. Quanto aos psicotrópicos, se forem indicados com precisão, ajustados a cada caso, pelo menor tempo possível e em doses mínimas, podem ser benéficos durante
o processo agudo do desequilíbrio, possibilitando à pessoa estar mais aberta e mais tranquila para buscar a causa de seu sofrimento. Mas não deveriam ser empregados como único tratamento, já que não tem poder para atuar na base emocional do distúrbio, podendo por
isso, cronificá-lo.

 

A Psicologia Integral conceitua o Homem como um ser físico, emocional, social e espiritual. Sendo assim, o diagnóstico é importante na medida em que determina a área ou áreas que se encontram desajustadas e define intervenções e indicações de forma mais eficiente. O
ponto decisivo é a questão da “história” da pessoa, pois revela o pano de fundo do sofrimento humano e somente aí pode intervir a terapia do médico.

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